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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Curió

Curió, pseudônimo de Rhayani Paschoalim, enxerga o mundo, cores e coisas que nele habitam, de forma simples e sincera. E foi através de tantas visões e sensações que embarcou no mundo lúdico e sensível da ilustração.

Essa querida paranaense acaba de ilustrar meu livro, "amando palavras", e expõe seu trabalho, na Casa Par, de 12 de setembro à 3 de outubro. A Exposição Curió reúne uma coletânea de 17 personagens criados entre 2013 e 2014, inclusive, algumas ilustrações do livro.

Na auspiciosa noite de abertura, iluminada com acordes dos queridos Jack Will e Madruga, nos embriagamos de afeto, chás deliciosos, traços, cores, formas e poesia. Aqui vai o registro desta noite, feito por uma alma (curio)sa, que faz poesia com as lentes de uma câmera, a amada Thaneressa Lima.

Exposição Curió
A Casa Par
Rua Rodolfo Corrêa, 69 - C2
Bairro Lídice - Uberlândia/MG
12/09 a 0310 - das 9:00h às 18:00h


sábado, 30 de agosto de 2014

Luz do Sol

A luz do Sol tocou minha face
Pra quê?
Romper minha escuridão,
que já́ faz parte de mim,
que já́ tem luz própria?
Pra quê dia?

A luz do Sol tocou minha face
Penetrou pelas frestas da minha janela ocular
Iluminou-me
Inebriou-me
Encheu-me de vento solar
Vento do Espírito Santo

A luz do Sol tocou minha face
Contraiu músculos
Abriu minha boca e expôs meus dentes
Clarificando-os
Dente, gengiva, pele, pelos
Elucidou-os

O Sol tocou minha alma
Irritou-me
Alimentou-se
Alinhou-me com Saturno
Fez dia nascer em mim

F. Borma

domingo, 27 de julho de 2014

O amor?

Um grupo de educadores, não sei de onde, perguntaram à crianças de 4 a 8 anos, O que é o amor? Não sei da veracidade dessa informação, mas sinto que há pureza nas respostas.












domingo, 6 de julho de 2014

alma nua

É de manha
Estou só
Já Passa das três
Penso em me matar
Dispo minh'alma
Recorro à Florbela,
Goethe e Mayakovsky
Acendo o cigarro
Fecho os livros,
ligo o rádio:
Viver é bom
nas curvas da estrada
Minh'alma nua,
como ninguém,
Cazuza beijou
Nas curvas destes versos
suspiro e adormeço.
Solidão, que nada!

F. Borma

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O emprego

The employment é o curta metragem que está girando o mundo todo, vencedor do Festival de Berlim. O vídeo argentino é um símbolo que representa o mundo do trabalho atualmente.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Quatro décadas de Caetano Veloso

Dia 29 de maio deste ano, Caetano Veloso apresentou Abraçaço no Teatro Circo Price, de Madrid. El País selecionou alguns discos das quatro décadas de carreira do compositor. Disco na vitrola!

 Tropicália ou panis et circensis, 1968 
Proyectando elementos tropicalistas que se intuían en Caetano Veloso (1967), la tropilla de Veloso, Gil, Costa, Nara Leão y Os Mutantes destroza –y reinventa–en 39 minutos el imaginario brasileño a base de un pop psicodélico que gustó a todos menos al gobierno militar de la dictadura. “Ora pronobis”.

Araça azul, 1973 
El Self portrait de Veloso: los fans exigieron reembolso. Reduce su gobierno a una gestión de equilibrio entre lo gutural, el tropicalismo (Viola meu bem), el humor y la delicadeza (Julia y Moreno anticipan la belleza de Bicho).  De paso, escribió su Happiness is a warm gun, titulada, claro, Sugar cane fields forever.

Bicho, 1977  
En el 75, comenzaba una época dorada con Jóia, que culminaría en Bicho, álbum que crece –enredadera sonora– sobre ritmos funk y detalles africanos (Two naira fifty kobo), sin renunciar a la melodía (Uma tigresa). Su idea de belleza, sugestiva y abierta, no conoce miedos ni  lindes: Veloso ya había sufrido un exilio.

Caetano (José), 1988 
La etapa 80’s o se ama o se odia. Cierto es que es época de tiempo variable: fruslerías como Outras palavras (81), canciones enormes (Queixa, O ciúme) y producciones que de horteras son magnéticas (Noite de hotel). Caetano, el disco, es su obra más autobiográfica, con homenaje a Fellini  inclusive.

Live at Carnegie Hall, 2012 
Álbum en directo de una actuación de Veloso con David Byrne en Nueva York, en 2004. Recoge temas en solitario de cada uno, además de dúos. “Cuando nos conocimos, en los 80, me di cuenta de que David fue el primer músico rock que realmente podía sentir la esencia de la música brasileña”, dijo.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

As pinturas fotográficas de Jan Saudek




Jan Saudek nasceu em 1935, em Praga. Começou a trabalhar como fotógrafo em 1950, ao mesmo tempo em que se inicia na pintura e desenho. Trabalha com situações inspiradas nos filmes de Georges Méliès, fotografando conhecidos e familiares em situações fantásticas.